No outono vi as folhas secarem e os tempos mudarem, vivi o possível, sorri e vivi a alegria que dominou os tempos que se chegavam o frio que se alastrava por corredores e salas, ruas e campos. Pude sentir a saudade que ia batendo de coisas que foram passando de pessoas que foram digamos que migrando, mas sabendo q lá dentro elas estarão guardadas, pois foram momentos que jamais devem ser esquecidos.
Agora pode ser que jamais nos falemos, pode ser que passamos pela mesma rua na mesma calçada um em cada direção e nem um simples “oi” seja dito, e o dia se escurece, o tempo passa e tudo é esquecido...
Pois é eu tenho medo disso...
Medo que tudo chegue num fim devastador, que tudo desaparece sem uma “marca” única em cada, pode ser que nenhuma lagrima seja derrubada, por ninguém, por motivos alguns... Mas tudo é um porem, será que pode acontecer?... Será realmente que tudo é jogado em vão?... Não sei, mas gostaria de saber!
Como as águas do mar elas ressaltam na maré para a terra se unir, mas quando elas voltam a migrar levam com elas aquilo que não desejamos.
Veremos o que o tempo pode nos atribuir...
Veremos o que os ventos podem trazer nas suas vastas mudanças de direção.
Mas eu carrego comigo todas as alegrias dentro da alma... E as lembranças serão lembradas por lagrimas de alegria, mesmo que a tristeza bata pela saudade, será uma saudade promissora de tudo o que aconteceu.
Não posso dizer que é medo de um futuro, mas é medo de perder pessoas que compartilharam minha vida (um passado)... Mas tudo acontece com o tempo... E ele ditara os caminhos para criarmos um destino.
[de minha autoria]
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
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