Um único abraço... Abraço que trazia o universo aos nossos pés, que infligia às leis da física, que nos faziam voar diante tanta alegria... Bela ternura.... Bela confraternização... Vagando pelas nuvens em qualquer ocasião. Tantas rosas partidas, fragmentadas nos vastos campos que juntos corremos em direção ao amor, agora o que me resta é sonhar, revitalizar aquilo que partiu... Quero sentir-se novamente ofegante e persistente, mesmo que me contrapõe em meus próprios sonhos, vagas lembranças, vagas memórias, poderei assim viver esta realidade tão afetada?... Direis para mim seguir em frente, tomar um rumo, partir derrepente, poderei viajar o mundo, poderei sorrir tão entusiasmadamente, poderei assim respirar o ar quente que o sol aquece na manha inesperadamente.
[=-> Texto de minha autoria <-=]
domingo, 15 de junho de 2008
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