sexta-feira, 20 de junho de 2008

Sonhe em viver, sonhe em contigo estar, sonhe em realizar, pense em apenas caminhar diante os desejos que seu coração se põe a ditar, nunca esqueça dos sentimentos, faça com que ele lhe mostre outros caminhos, lhe demonstre outro mundo te mostre outra paisagem.
Este é o mundo que conhece, tente conhecer o mundo que não lhe pertence, descubra o novo, caminhe em frente, siga o luar, encontre as estrelas por onde passar deixa o universo se abrir, não se desvencilhe do que pode criar, leve junto aqueles que amam, mostre a eles que o mundo não é um engano, e sim uma controvérsia daquilo que pode ser feito.
Não diga ser impossível, o amor nunca foi impossível, ate no ódio a o amor se encontra como nas trevas a luz se dispersa. Se no próximo amanhecer não queres sorrir, então deixe o anoitecer chegar e você ira sorrir do dia que se passar.
Se nas pequenas gotas que do céu cair, não se esconda daquilo que possa sentir, deixe a pele ressentir aquilo que um dia você a negou de sentir.
Se a chama proclamar por dentro, abra as portas para que se resplenda ao vento.
Se o vento não passar, deixe a brisa lhe tocar, mesmo que seja de leve, pelo menos sentira a brisa que trás a maré aos seus pés, e no pico da montanha você se sentira.
Queres percorrer o mundo, abra os braços e pense em voar, sentira o corpo leve e na sua mente caminhara diante as nuvens que no céu a de se formar.
Não se culpe por ainda nunca amar, se no fim da vida estiver poderá fazer nascer o amor nos últimos instantes, chore, deixe a lagrima seu rosto rasgar, quente e fumegante ela passara a brilhar, se tornara o símbolo do sacrifício, mas trará consciência de que ela os salvara, salvara da solidão, poderá trazer na escuridão a luz que tanto faltou, e então você mostra que depois de tanto tempo o amor pode ressalvar.
Será livre para pensar, será livre para optar, poderá estar tão breve aos passos de abraçar, mas tão longe aos passos de chorar. Faça da vida uma canção, ressoe ela com emoção, ela poderá falhar, mas nunca ira parar ao menos que você a destrua sem pensar.


[textos de minha autoria]

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