sexta-feira, 27 de junho de 2008

Quem sabe uma lembrança....

Lembranças são jogadas no ar, a memória é posta a relembrar, todo um caminho seguido, toda uma aventura vivida, não tem mais como voltar não tem mais como repassar, apenas olhar apara trás e deixar a lagrima se estilhaçar sobre o chão de terra que pisamos em direção aos caminhos a conquistar.
Tantos momentos vividos, em uma caixa ficam trancados sobre o coração de quem sabe amar... Mas esta caixa um dia há de se abrir e nela o conteúdo flui pelo ar, pela água, pelo fogo e pela terra, ultrapassa caminhos ultrapassa tudo e nos toca no olhar faz a gente sorrir e saudades sentir.
Tanto tempo se passou. O tempo corre o relógio não para, mas o que importa as horas? São meros números que nos comandam, o que vale é o nosso tempo, seja hoje amanha ou quem sabe depois de amanha... Uma hora ele aparecera, surgira no horizonte junto com o sol nascente e ele percorrera o que vivemos diariamente, ate que numa certa noite ele se põe e nós nos resguardamos com ele, e novamente iremos sussurrar aquilo que se passou, novamente iremos chorar por aquilo que nos olhos haverá de ver, e mesmo quando morrer levará na alma o espírito aventureiro que nesta vida buscou a oportunidade de viver, sonhar, acreditar e persistir nas memórias passadas para poder guardar consigo o amor que teve, o amor que sente, a saudade que bate e arde como chamas flamejantes e assim seguir em frente.


[textos de minha autoria]

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Sonhe em viver, sonhe em contigo estar, sonhe em realizar, pense em apenas caminhar diante os desejos que seu coração se põe a ditar, nunca esqueça dos sentimentos, faça com que ele lhe mostre outros caminhos, lhe demonstre outro mundo te mostre outra paisagem.
Este é o mundo que conhece, tente conhecer o mundo que não lhe pertence, descubra o novo, caminhe em frente, siga o luar, encontre as estrelas por onde passar deixa o universo se abrir, não se desvencilhe do que pode criar, leve junto aqueles que amam, mostre a eles que o mundo não é um engano, e sim uma controvérsia daquilo que pode ser feito.
Não diga ser impossível, o amor nunca foi impossível, ate no ódio a o amor se encontra como nas trevas a luz se dispersa. Se no próximo amanhecer não queres sorrir, então deixe o anoitecer chegar e você ira sorrir do dia que se passar.
Se nas pequenas gotas que do céu cair, não se esconda daquilo que possa sentir, deixe a pele ressentir aquilo que um dia você a negou de sentir.
Se a chama proclamar por dentro, abra as portas para que se resplenda ao vento.
Se o vento não passar, deixe a brisa lhe tocar, mesmo que seja de leve, pelo menos sentira a brisa que trás a maré aos seus pés, e no pico da montanha você se sentira.
Queres percorrer o mundo, abra os braços e pense em voar, sentira o corpo leve e na sua mente caminhara diante as nuvens que no céu a de se formar.
Não se culpe por ainda nunca amar, se no fim da vida estiver poderá fazer nascer o amor nos últimos instantes, chore, deixe a lagrima seu rosto rasgar, quente e fumegante ela passara a brilhar, se tornara o símbolo do sacrifício, mas trará consciência de que ela os salvara, salvara da solidão, poderá trazer na escuridão a luz que tanto faltou, e então você mostra que depois de tanto tempo o amor pode ressalvar.
Será livre para pensar, será livre para optar, poderá estar tão breve aos passos de abraçar, mas tão longe aos passos de chorar. Faça da vida uma canção, ressoe ela com emoção, ela poderá falhar, mas nunca ira parar ao menos que você a destrua sem pensar.


[textos de minha autoria]

domingo, 15 de junho de 2008

Um único abraço... Abraço que trazia o universo aos nossos pés, que infligia às leis da física, que nos faziam voar diante tanta alegria... Bela ternura.... Bela confraternização... Vagando pelas nuvens em qualquer ocasião. Tantas rosas partidas, fragmentadas nos vastos campos que juntos corremos em direção ao amor, agora o que me resta é sonhar, revitalizar aquilo que partiu... Quero sentir-se novamente ofegante e persistente, mesmo que me contrapõe em meus próprios sonhos, vagas lembranças, vagas memórias, poderei assim viver esta realidade tão afetada?... Direis para mim seguir em frente, tomar um rumo, partir derrepente, poderei viajar o mundo, poderei sorrir tão entusiasmadamente, poderei assim respirar o ar quente que o sol aquece na manha inesperadamente.

[=-> Texto de minha autoria <-=]

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Muitos têm uma vida sem cor, uma vida fora da realidade que consiste apenas na breve imaginação. Esta é gerada pelo medo de ver o mundo a fora, esta é causada pelo fato de se repreender aos sentimentos que não foram dados o devido valor.
É como viver num quarto trancado, vendo a vida pela vidraça da janela, vendo o mundo trancafiado, esperando uma segunda chance para se redimir consigo mesmo. Mas não depende apenas do tempo para as coisas mudarem, depende de suas escolhas, atitudes e principalmente de sua mente conturbada pelas inseguranças gerando assim este mundo de fantasias em que nada é real. Tudo a sua volta é vago, nada faz sentido, a única coisa que te auxilia pela vida são os vagos pensamentos que brotam e se ramificam dando esperança de que seja aquele o seu mundo, mas quando toca o chão levemente com a sola dos pés percebe que entrou numa grande ilusão, no qual o tempo foi perdido e no qual você sofre pelas indecisões, sofre até mesmo por não ter vivido, sofre por ter visto os dias pela vidraça da janela por ter visto a chuva cair sem poder sorrir, pois essa tempestade é passageira e sabe que depois da escuridão surgi à luz que nasce no horizonte celeste. Mas a ilusão é causada por um único fator na humanidade, o "medo", tão crucial tão fatal que pode nos levar a própria morte, não a morte do corpo, mas a morte de sua alma constrangida e estraçalhada, fragmentada e perdida pelo espaço. O fato de termos medo de algo novo a nossa frente, gera constrangimento e para não enfrentarmos fugimos daquilo nos enganando nos iludindo, nos matando.
A ilusão não passa apenas de uma mera projeção de nossa mente (uma fantasia Eloqüente) querendo visualizar o mundo que não podemos tocar, aquele mundo que queremos, mas não podemos ter, pois na realidade sabemos que o mundo não é do jeito que queremos que ele seja.


(-> °Textos de minha aturoai° <-)

domingo, 1 de junho de 2008

A natureza...

Talvez seja aquela que nos da à vida, talvez seja essa que nos beneficia quem sabe é aquela que nos abriga, nada importa, o que importa é que dela vivemos e dela precisamos e devemos respeitá-la, mas como vamos respeitá-la se nem ao menos nos respeitamos?
A sociedade construída pela humanidade, hoje é um ninho de corrupção que ultrapassa os limites mais sensatos, criado pelo egocentrismo, pela força de vencer, onde mais nada alem disso importa.
Precisamos mudar se modificar para que possamos preservar aquilo que nos faz viver, a beleza do mundo que se perde ao amanhecer diante tantos prédios, tanto concreto... Mas mesmo assim para poucos a beleza ainda à de existir.
Espero que no próximo amanhecer, os olhos do mundo possam se abrir.


(=-> °Texto de minha autoria° <-=)