Às vezes passamos por onde a morte passa diariamente, mas vemos que mesmo nesta estrada se encontra a vida. Quem sabe elas se ligam?
Se uma borboleta por ali bate as asas, quem sabe nossos passos frenéticos e desventurados não possam sustentar a vida projetada diante esta passarela horrorizada?
As arvores ali enfileiradas, projetando as sombras desvencilhadas diante um bosque de tristeza, cobrem seu rosto enfatizado por franquezas, mas não esqueça que a vida continua que lá no fundo sua alma lhe proporciona virtudes, pois és forte feliz e vitorioso.
(=-> °texto de minha autoria° <-=)
sábado, 31 de maio de 2008
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