terça-feira, 29 de abril de 2008

Coisas simples

“Nada é tão simples quanto ver um nascer e pôr-do-sol, quanto sentir a chuva penetrar cada pedacinho de sua face, de poder ver os pássaros e as flores, de poder sentir a brisa , e ouvir o som do mar, de poder olhar o céu e ver as estrelas ao auge brilhar,e ver uma lua a nos iluminar, nada tão belo quanto a natureza que com simplicidade nos mostra a complexidade da vida, aquela em que o valor foi perdido de imediata quando o poder subiu a mente dos primatas.”
Quando a chuva começa a cair, o medo às pessoas começam a sentir, correm dispersas para qualquer direção, não tem um rumo ao certo e se perde do mundo, desatenta na solidão dos passos úmidos que dará ate ao seco chegar.
Grandes desilusões surgem a cada gota que se espalha ao se chocar a nosso rosto, e simplesmente o mundo se desfaz nessas tão pequenas gotas, que numa realidade deveria apenas ser a sensação reconfortante de que alguém tem pena de nos, de que a natureza conserva a vida, no qual a destruímos sem fazer questão alguma.
Humanidade desnecessária que não sabe amar, e nem conservar quando entende o que significa amar, és ignorante ao ponto de por qualquer coisa se irritar, a beleza já não penetra nem nos olhos de quem podia ver, agora o que sobra são sombras de grande intolerância irracional.
Pensamentos já parecem não importar, é tudo tão desumano, tão primitivo que a raça já não deveria mais ser considerada inteligente, e sim burra o suficiente ao ponto de destruir tudo o que mais deveria prezar ou preza em sua vida.


*texto de minha autoria*

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