terça-feira, 29 de abril de 2008

Coisas simples

“Nada é tão simples quanto ver um nascer e pôr-do-sol, quanto sentir a chuva penetrar cada pedacinho de sua face, de poder ver os pássaros e as flores, de poder sentir a brisa , e ouvir o som do mar, de poder olhar o céu e ver as estrelas ao auge brilhar,e ver uma lua a nos iluminar, nada tão belo quanto a natureza que com simplicidade nos mostra a complexidade da vida, aquela em que o valor foi perdido de imediata quando o poder subiu a mente dos primatas.”
Quando a chuva começa a cair, o medo às pessoas começam a sentir, correm dispersas para qualquer direção, não tem um rumo ao certo e se perde do mundo, desatenta na solidão dos passos úmidos que dará ate ao seco chegar.
Grandes desilusões surgem a cada gota que se espalha ao se chocar a nosso rosto, e simplesmente o mundo se desfaz nessas tão pequenas gotas, que numa realidade deveria apenas ser a sensação reconfortante de que alguém tem pena de nos, de que a natureza conserva a vida, no qual a destruímos sem fazer questão alguma.
Humanidade desnecessária que não sabe amar, e nem conservar quando entende o que significa amar, és ignorante ao ponto de por qualquer coisa se irritar, a beleza já não penetra nem nos olhos de quem podia ver, agora o que sobra são sombras de grande intolerância irracional.
Pensamentos já parecem não importar, é tudo tão desumano, tão primitivo que a raça já não deveria mais ser considerada inteligente, e sim burra o suficiente ao ponto de destruir tudo o que mais deveria prezar ou preza em sua vida.


*texto de minha autoria*

domingo, 20 de abril de 2008

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Sobre os lençóis de cetim se vira, põe-se a dormir sentindo a alma ser levada, por impulsos de sonhar, se sente tão leve quanto à folha de jasmim que a de cair. Tão leve é teu sono, e tão distante e profundo é seu sonho, o que serás que lhe passa na mente, para sonhar tão profundamente?
Será o amor que sente, será o ódio que o faz se aprisionar tão indistintamente... Só se sabe quem sonha quem tem os olhos voltados ao profundo interior... Só se sabe quem tem pensamentos, só se sabe quem estas a sentir.
Se for o amor, tendes a calmaria sentir, se for o ódio tenderas o desespero encontrar.
Mas quem sabe o que realmente será? Apenas saberá quando há doce donzela acordar.
E quando seus olhos a de abrir, cristalinos como água do mar, o sol a tocar sua pele tão branca e macia quanto seus próprios lençóis que a de cobrir seu corpo, veras a sua frente, tão amado a quem te aguarda, te acolhe te segura, seus olhos a lacrimejar, nem de tristeza nem de alegria, mas de emoção por ali estar, e assim passa a vida, com o tempo a reger seu coração, os labirintos de relvas se estendem a sua frente, mas não deixa de perder nem um segundo a esperança que a de encontrar novamente aquele que amas tão severamente.
Se o amor é tão indolente quanto aparenta ser, porque ainda amamos sem saber?...Amamos com o temor de perder, amamos com os pensamentos confusos em se arrepender, mas se tentamos compreender, as repostas não nos vem a mente, mas se encaramos sem querer saber descobrimos que o mundo é regido por este poder, pelo menos era ate a ganância se estabelecer, o egoísmo prevalecer, e a morte ser a única escapatória para a vida não se ver.


*textos de minha autoria*

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Os dias não voltam mais, o passado é vivido por um livro, que guardo em meu armário fechado e lacrado, onde o leio quando necessário.
Sei que um dia tudo passara, mas vivo alegre enquanto a vida pode me dar um sorriso, e quando for preciso, deixarei sentir a lagrima que ira cair, de tristeza pode ser, mas que seja de saudade se não for pedir muito.
Sei que os tempos mudaram e continuarão a mudar, mas nada quero que se vá, pois comigo sempre deixarei estar.
O sopro do vento pode anunciar, um simples raio de sol pode chegar, e o dia pode se modificar, como as nuvens podem invadir o límpido céu azul e celeste a se encontrar.
De noite as luzes de uma cidade podem se apagar, de janela em janela a sombrear, de ruas em ruas a solidão passar, avante e constante enquanto o tempo ah de andar. Em tudo isso uma coisa persistira, no meu sangue a ferver um fogo a arder.
Veneno será para quem julgar, mas veneno é apelido, disfarce para um ombro amigo.
A chuva a chegar, os campos a regar, após as águas secarem um campo a se aflorar. Nos riachos se encontram, folhas secas a carregar, levam-nas para longe, mas minha vida deixe como esta.
Põe-me no chão, não me deixe voar, prefiro caminhar, entre montanhas a ultrapassar. Quero encontrar a beleza mais avante, e viver os dias radiantes.
Sorria enquanto pode uma hora à de se transforma, outra hora volta a se modificar, e mais uma vez mudara.
Os dias jamais irão voltar, mas tenha em mente que os próximos estão a chegar.


*textos de minha autoria*

terça-feira, 15 de abril de 2008

Liberdade Racional

Há ocorrências em nossas vidas que temos que analisar entre o certo e o errado, deve-se agir adequadamente a uma situação, sabendo que um passo dado pode levar à conseqüências agravantes ou a uma solução básica para o acontecimento.
Desde pequenos temos o dever de nos assimilar aos nossos atos, sendo que, isso não é feito absolutamente por nós mesmos, temos que ter a concordância de pessoas que já passaram ou tem consciência do que deve ser feito, se este é um caminho correto a se seguir ou não. Estas pessoas são chamadas de “pais”, são elas que nos mostram os caminhos da vida, para que no futuro próximo podemos construí-las certamente com uma seqüência de conhecimentos sobre nossas atitudes. As conseqüências de não ter uma noção nociva diante isto, pode gerar milhares de conseqüências ao futuro.
Entre o certo e o errado entendemos de fato que é “o que não pode e o que pode ser feito”, sim basicamente é isto, ou simplesmente o fato de dizer “sim e não”.
A sociedade em que vivemos o mundo que estamos tem a necessidade de certas regras tem a necessidade de obrigar pacificamente a aceitação do acaso. Podemos o mais forte possível ter os pensamentos contrários, mas devemos agir diante aquilo que nos favorece, agir igualadamente, ou se não somos delimitados da sociedade em que se introduzimos antes, pois sem a coragem de se introduzir você desaparece diante a multidão, pois ninguém lhe estendera a mão, é cada um por si.
O contexto de “poder” é regido por todos, todos acham que podem tudo, mas não podem nada, a única coisa que esta pessoa realmente tem poder, é de sua própria vida, de seus pensamentos, pois fisicamente somos apenas bonecos da sociedade, em que os outros nos controlam.
O “não poder”, ou seja, aquilo que não podemos, ou aquilo que não temos poder de avaliar, agir, interpretar é a tolerância à sociedade em que estamos diariamente, dentro de casa é diferente do ar livre que se encontra mundo a fora.
Nossa liberdade é totalmente desfeita ao mundo, o contexto de “livre arbítrio” é desfeito para quem não o entende corretamente, pois o livre arbítrio é ter pensamentos livres, atitudes “livres”, até certos pontos.
Essa questão da sociedade se atribui a qualquer pessoa, seja ela jovem ou não, as conseqüências são demarcas iguais.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Imagine...

Imagine um tempo onde você não pode se encontrar, imagine um lugar onde a vida permanece intacta sem ninguém lhe tirar um pedaço, imagine um lugar onde possa sentir a brisa tragando o cheiro do pasto, onde existem botões de rosa a se formar, mostrando que tudo continua, mostrando que nada se acaba, mostrando que a vida permanece, e tudo se transforma, mostrando que existem fazes, mostrando que há dificuldades diante a chuva, o sol e o vendaval, mostrando que cada coisa passa despercebida e é tão bela quanto nossos dias, mostrando que a alma tem vida.
Imagine as pessoas, num mundo jamais visto, onde possam sorrir sem medo de se agredir, imagine um sonho, imagine uma vida, imagine a sua vida.
Corra contra o tempo, e imagine que os ponteiros para o em sua direção, apontam o destino e você os muda de direção, o tempo se confraterniza e você o distribui diante toda sua vida, queira ele agora queira ele mais tarde, lá ele se encontraram esperando você o modificar, esperando você o criar.
Não perca a imaginação, deixe os sonhos se aflorarem, a vida nunca tem razão, o seu coração manda e discuti a lei do perdão.
O espaço divide sua vida, entre o céu e a terra você permanece intacto, materializado, mas se deixar de viver, se deixar de sonhar e acreditar que você pode transformar auqilo que desejas em algo real, sua alma longe da terra estará, e vagando sobre o céu, muito alem do que pode alcançar ela se encontrara.


*texto de minha autoria*

quinta-feira, 3 de abril de 2008

sem titulo

Apenas com nossos próprios passos vamos longe, rumo ao horizonte. Apenas com nossa força de vontade alcançamos aquilo que tanto desejamos, dentre as dificuldades, alcançamos o nosso tão desejado sonho.
Sentimos o calor da tão inesperada lagrima percorrer os olhos aflitos de quem enxerga o mundo contemporâneo a nossa frente, desajeitado sem rumos, sem conhecimentos, desesperado por seus sonhos, mas sem saber como viver, como desejar, como obter, no mais simples ato de desespero, choras sem ao menos pensar, e por este motivo desconhece que agindo na pura simplicidade e nobreza de seu coração obtém aquilo que sonhava sem parar.
Se o amanha já pudesse prever, preveria que não saberia viver, se ao menos tentasse esquece-lo para o hoje poder aprender a percorrer a vida, mas nem se quer da uma chance a si mesmo, se joga pelo abismo ate o fim chegar, desaparece entre as sombras, onde a luz não alcança, e sua vida é como um lixo, jogado fora bem ao longe, levado tão distante que poucos se lembram de sua presença humanitária, e sua alma se despedaça por nunca ter visto a vida, por apenas ter visto o desespero da imaginação, da mente em aflitos, aflitos por não saber percorrer caminhos.
Os caminhos da depressão se abrem, se estendem para a mente dessa gente, que se perdeu continuamente, que não sabe mais ver, que não sabe mais o que fazer, apenas chora sem pensar.
Deixaste as águas invadirem, cobrirem seu mundo fechado por paredes, onde lhe tira o fôlego, onde lhe afoga aos poucos, onde lhe mata num livre oceano, onde afunda o corpo, onde somem em águas congeladas, águas salgadas, águas do desespero.
Mas o coração sabe a hora de comandar, o coração sabe à hora de entrar em ação, só devemos deixar ele participar,dar uma chance de compreensão, para que assim a vida possa se aflorar, o mundo diante a si possa se abrir, e que os pesadelos desapareçam, abrindo caminhos para os sonhos que permaneceram.


*textos de minha autoria*

terça-feira, 1 de abril de 2008

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O mundo morre enquanto nós crescemos dentro dele, nossos amores se vai, nossos sentimentos se deterioram, sobra apenas à carne e o físico que contemplamos, mas o mundo vai embora, sobra apenas o vazio por dentro e por fora.
Já não venta mais, o oceano já não existe, e a terra esta a se fragmentar, agora o que resta alem de passados profundos, perdidos em vácuos obscuros?... Nada, nem aquilo que podíamos enxergar.
Do que adianta sermos tão inteligentes, se tudo o que tínhamos dentro de nos deixamos escapar, levando junto o exterior, destruindo aquilo que chamávamos de vida, destruindo tudo aquilo que tínhamos, destruindo nossas expectativas, o que resta fazermos?... Esperar a morte ate o dia em que podermos sobreviver, a ultima gota de suor sentirmos escorrer, se é que isso ainda nos resta esperar.
O mundo que existia já não existe mais, agora nos resta recuperar, tentar recuperar aquilo que nos restou, mas não será fácil conscientizar-se, apenas aqueles que lutam e ainda enxergam poderão ajudar, os outros tentaremos mudar, anos levara, mas se tivermos que deixar de existir, se tivermos que nos alto destruir, ficaremos ate o fim, pelo menos em nossa mente saberemos que um dia, um dia muito distante desse, as coisas já foram diferentes.


*textos de minha autoria*