terça-feira, 4 de março de 2008

O grito do silencio

O coração grita, grita fortemente dentro de nos, ate finalmente ouvi-lo, um grito silencioso no qual ninguém pode escuta-lo alem de nos mesmo. O grito que sai num suspiro, o grito que sai com uma lagrima o grito de uma única alma habitando um corpo frágil em um mundo enlouquecido pelo esquecimento.
Um único sentimento, demonstra o carinho, a emoção de si mesmo, um único acesso de sentimentos, pensamentos podem mudar dias por completo, da alegria a tristeza, da tristeza alegria, e quanto mais o tempo passa mais compreendemos a personalidade que nos habita, freneticamente causa dor, mas é suportável e agradável pois sabemos ser diferentes, termos a vida da gente, sem criticas, sem motivos de reversão, uma infinita harmonia que não dura eternidades, que passa, que passa e deixa marcas, deixa lembranças, mas as marcas só é vista por aqueles que desejam ver, que desejam sentir eternamente a dor do sofrimento do arrependimento talvez, mas deve-se se arrepender por aquilo que deixou de fazer, deixou de cumprir.
A alma proclama por liberdade, eterna liberdade, liberdade de se expressar de se alto conhecer mesmo que leve eternidades, vida pos vida, momento após momento, iremos nos conhecer, iremos contribuir para o bem fazer, mesmo que o agora seja feito errado o amanha pode ser cumprido corretamente, depende de você.


Com o tempo nos conhecemos, e mesmo que a lagrima seja vista, nela se refletira a emoção da vida.

*texto de minha autoria*

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