Um mundo ditado por regras, regras inconseqüentes, regras seguidas frequentemente, regras que não ditam a voz do coração, regras que consagram a solidão, regras que o proibi de ver a vida, regras que o proíbem de seu mundo sair, regras que fecham sua mente, regras que o cobrem profundamente. Regras que os olhos temem ver, mas os passos devem seguir. Regras que o detem derrepente, regras e mais regras, um mundo que não para de impor regras, se não seguidas esta errado, se as contradiz é cometido um pecado, se tenta viver com suas próprias regras é considerado um estranho num mundo correto.
Crie suas próprias regras de vida, não se importe com o que os outros dizem, ou com o que pensam, e esta é a maneira de você viver, vendo o mundo belo ao seu redor, sentindo o que precisa sentir, fazendo o que acha que deve ser feito, conquistando lugares que sonhou um dia conquistar, e o mais simples possível, da maneira que lhe convêm, isto sim é ditar suas regras, ditar seu conhecimento, ditar o seu interior, seguir os sentimentos.
Claro existem regras determinadas de um mundo democrático a fora, e devemos seguir, mas regras que pessoas ditam sem saber o que fazem, sem saber se ao menos estão corretas em agir assim, sim isto é um erro, então seja estranho e diferente e deixe de seguir o que alguns dizem, pois poderá ser apenas uma mera superstição, o certo é seguir as regras do coração. O mundo é democrático e devemos respeitá-lo, como respeitamos os ditados de cada um, e então respeitamos o nosso próprio ditado ouvindo-o, e acolhendo aquilo que for necessário acolher.
Diante este ditado “Que seja feita a vossa vontade” a muitas controversas, mas o ditado é simples, curto e digno para um bom entendedor, diante dele o primeiro principio entendemos que devemos fazer a nossa vontade e não a vontade dos outros, certo, correto, claro devemos viver a nossa vida, resolver os nossos problemas e não os problemas dos outros. Mas sabemos que a caridade deve ser feita, pois ela é uma demonstração de carinho, e não deve ser feita por obrigação, e sim por compaixão. Isso deixa a pergunta na nossa mente “o ditado diz que devemos fazer a nossa vontade, mas por compaixão eu ajudo a quem precisa, então eu estou fazendo a vontade do outro não?”...errado, o sentido de fazer a nossa vontade é viver a nossa vida, nosso intelectual, o fato de sermos caridosos é ajudar a quem precisa de algo que não tem modos de obter, e dar uma chance de ele resolver por si próprio a sua vida.
Mas isso vai de cada um, da mente de cada um, essa é a minha, confusa, embaralhada, mas que sabe o que faz, e se eu estou errado e não enxergo isso, um dia o tempo me fará cai na perdição e então eu abrirei os olhos para a verdade.
*texto de minha propria autoria*
quinta-feira, 20 de março de 2008
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